WikiGlaw

Da wikiglaw.fd.uc.pt
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WikiGlaw - Glossário Jurídico

WikiGlaw é um Glossário Jurídico, lançado e coordenado pelo Instituto Jurídico[1], destinado ao espaço da lusofonia e adaptado aos novos tempos.


Índice

História

O WikiGlaw é baseado numa Wiki (palavra de origem hawaiana que significa “rápido”), ou seja, trata-se de uma aplicação WEB de tipo colaborativo (um modelo semelhante à Wikipedia, inspirado no software desenvolvido por Ward Cunningham em 1994 “wikiwikiweb”), que estará acessível a todos, mas que neste caso apenas poderá ser editada por pessoas autorizadas, o que significa que não comunga com a Wikipedia a faculdade de qualquer interessado poder livremente editar texto na plataforma.

A “WikiGlaw – Glossário Jurídico” é uma marca registada do Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, mas o intuito do projecto é aproximar-se o mais possível do “espírito colaborativo” de uma Wiki, razão pela qual se pretende abrir a plataforma à publicação de mais entradas. Para tanto, foi criado um email específico – o wikiglaw@fd.uc.pt – para o qual os interessados podem enviar propostas de entradas para novos conceitos, que tenham sido elaborados em conformidade com as regras indicadas. As propostas serão analisadas pela Comissão Científica do Projecto e os interessados posteriormente notificados da respectiva aceitação ou não.

Todas as entradas têm a identificação do respectivo autor, sendo este o responsável pelo seu conteúdo científico, e a remissão para o respectivo CV oficial, tendo sido escolhidas, por razões de uniformização, as plataformas lattes (para os autores brasileiros) e deGois (para os autores portugueses).


Comissão Científica do Projecto

Suzana Tavares da Silva [2](Coord.)


Todas as páginas

Se pretender consultar as entradas existentes, seleccione esta opção.


Regras para a edição de entradas

1. As entradas devem estar organizadas em quatro pontos: “Conceito”; “Jurisprudência”; “Documento” e “Bibliografia”;

2. O texto deve ser redigido em “Times New Roman”, letra 10, espaço simples e na totalidade não deve exceder as 10 páginas;

3. A rúbrica “Conceito” deve apresentar um resumo do “estado da arte”, incluindo, sempre que possível, a origem etimológica e histórica do conceito, e as referências à doutrina devem seguir a modalidade autor-data, adoptando-se o tipo maiúsculo para os nomes e inserir tudo dentro de ( ) ex.: (MONCADA, 1947, 93);

4. A rúbrica “Jurisprudência” deve ser organizada em lista, identificar completamente cada decisão judicial (incluindo, entre parêntesis, o link para a sua consulta on-line) e identificar o seu conteúdo em poucas palavras;

5. A rúbrica “Documentos” deve ser igualmente organizada em lista, podendo incluir a referência a documentos on-line, legislação relevante, sites institucionais, e outros elementos que se considerem fundamentais para explorar e aprofundar o conceito definido (todas as referência devem, igualmente, incluir o link);

6. A rúbrica “Bibliografia” deve identificar, em lista, as obras utilizadas para a definição do “estado da arte” as quais devem observar as seguintes regras:

a. Nas monografias: ANDRADE, Manuel de, Teoria Geral da Relação Jurídica, 4.ª reimpr., Coimbra: Almedina, 2 vol.

b. Nas publicações periódicas: BRANDÃO, António José, «Vigência e temporalidade do direito», Boletim da Faculdade de Direito 20 (1944) 132-158.

c. Nas publicações on-line: ABBOTT, Kenneth W. and BERNSTEIN, Steven, «The High-Level Political Forum on Sustainable Development: Orchestration by Default and Design», May 30, 2014 (link), acesso em (data do ultimo acesso)


Ligações externas

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